Senadora pelo Rio Grande do Sul
Manuela d'Ávila é candidata ao Senado pelo Rio Grande do Sul. Conheça as propostas, participe da campanha e construa essa vitória junto.
O que a Manu vai defender
Doze eixos que nascem da vida real: das mulheres, do trabalho, da juventude e do Rio Grande que a gente quer reconstruir. Toca em cada um pra ler por inteiro.
O Rio Grande precisa eleger uma mulher para o Senado. Essa mulher é Manuela. Não apenas para ocupar uma cadeira, mas para levar à mais alta Casa legislativa do país a experiência concreta das mulheres, que sustentam suas famílias, trabalham, empreendem, cuidam e enfrentam a violência e a desigualdade. Uma senadora participa da elaboração das leis, decide sobre o orçamento da União, fiscaliza o governo e vota a indicação de autoridades que influenciam a vida de todo o país.
Como senadora, Manuela fará da vida das mulheres um critério permanente para cada voto e cada decisão. Defenderá mais recursos para políticas de cuidado e enfrentamento à violência, igualdade salarial, crédito para mulheres empreendedoras e maior presença feminina nos espaços de poder. Também cobrará diversidade nas indicações para tribunais, agências reguladoras, Banco Central e demais instituições submetidas à aprovação do Senado. O Rio Grande precisa de uma mulher preparada, corajosa e comprometida com a democracia.
Manuela defenderá uma Política Nacional de Apoio às Mães Atípicas e às Famílias Cuidadoras. É preciso garantir atendimento multidisciplinar pelo SUS, educação inclusiva, mediadores nas escolas, acesso menos burocrático ao BPC e centros públicos de apoio e descanso para quem cuida. Ela proporá uma legislação que permita uma tributação mais justa, com isenção de Imposto de Renda para mães atípicas, reconhecendo as desigualdades de tempo e a sobrecarga que essas famílias carregam em jornadas extenuantes de cuidado. Também defenderá proteção trabalhista, jornadas adaptadas e reconhecimento previdenciário do trabalho de cuidado. Nenhuma mãe pode ser obrigada a abandonar o emprego, adoecer ou enfrentar sozinha uma jornada permanente de cuidado porque o Estado não oferece o apoio necessário.
O tarifaço imposto pelo governo Trump não é apenas uma disputa comercial: é uma agressão à soberania brasileira, ao nosso povo, aos nossos empregos e às empresas que produzem e exportam. O Rio Grande do Sul, com sua indústria, agricultura e forte presença no comércio exterior, precisa de uma senadora que defenda os interesses do estado e apoie a liderança do presidente Lula na proteção da economia nacional.
As bets são vendidas como diversão, mas vêm destruindo o orçamento das famílias. Cerca de 270 mil famílias sofrem com a inadimplência severa em razão dos gastos com apostas. Não podemos aceitar que empresas de apostas acumulem lucros enquanto trabalhadores perdem o salário, aposentados perdem suas economias e crianças perdem o dinheiro que deveria garantir comida dentro de casa.
No Senado, Manuela defenderá o fim da farra das bets, a proibição de sua publicidade e de seus patrocínios e o incremento orçamentário para políticas de tratamento de pessoas com dependência em jogos de azar.
Nenhuma sociedade pode se considerar livre enquanto mulheres são assassinadas porque são mulheres. O feminicídio é o ponto final de uma trajetória que começa no controle, na humilhação, na ameaça e no ódio. Por isso, Manuela defenderá que o ódio às mulheres seja definitivamente reconhecido e punido como crime de discriminação e preconceito, assim como o racismo.
Ela também defenderá uma política nacional permanente de enfrentamento ao feminicídio, com recursos obrigatórios no orçamento da União para casas de acolhimento, patrulhas especializadas, tornozeleiras eletrônicas, atendimento pelo SUS e proteção dos filhos das vítimas. Sua proposta é integrar nacionalmente os dados sobre agressores, medidas protetivas e armas de fogo, além de garantir fiscalização sobre o cumprimento dessas medidas.
Precisamos educar os meninos nas escolas para que aprendam, desde cedo, que mulheres não são propriedade de ninguém.
O desenvolvimento tecnológico precisa servir para melhorar a vida das pessoas, e não apenas para aumentar os lucros de algumas empresas. No Senado, Manuela defenderá o fim da escala 6×1.
O Senado terá um papel decisivo na votação dessa mudança. Trabalhar menos não significa produzir menos: significa dividir os ganhos de produtividade e garantir saúde, convivência familiar, descanso, cultura e tempo para viver.
Ela também defenderá o direito à desconexão, regras para impedir a exploração dos trabalhadores por algoritmos e proteção trabalhista e previdenciária para quem trabalha em aplicativos.
A inteligência artificial e as novas tecnologias precisam reduzir jornadas exaustivas, prevenir acidentes, aumentar salários e ampliar o tempo livre de todos.
O futuro que queremos não é viver para trabalhar, mas trabalhar com dignidade para poder viver.
O crime mudou e o medo também. Hoje, uma ligação, uma mensagem ou um clique podem consumir em poucos minutos a economia de uma vida inteira. Por isso, Manuela defenderá uma Lei Nacional de Proteção contra Golpes Digitais, obrigando bancos, instituições de pagamento, operadoras de telefonia e plataformas a prevenir fraudes, identificar transações suspeitas, bloquear rapidamente o caminho do dinheiro e oferecer um canal único de emergência para as vítimas.
A lei deverá garantir ressarcimento rápido quando houver falha de segurança, especialmente nos golpes contra pessoas idosas e vulneráveis. Ela também defenderá uma força nacional de combate ao crime digital, integrando Polícia Federal, polícias estaduais, Banco Central e o Coaf. O objetivo será localizar quadrilhas, contas-laranja, centrais telefônicas, criptoativos e empresas usadas para lavar dinheiro. Não basta mandar as pessoas tomarem cuidado: quem lucra com o sistema digital precisa responder pela sua segurança.
Não queremos viver em um mundo de guerras e genocídios. O Brasil deve ser uma voz independente em defesa da paz, do direito internacional, da solução negociada dos conflitos e da proteção da população civil. Não podemos eleger para o Senado aliados de Trump que transformam a política externa brasileira em submissão aos interesses dos Estados Unidos e tratam a guerra como instrumento de poder.
A política externa é conduzida pelo governo federal, mas o Congresso aprova tratados, acompanha as relações internacionais e decide sobre temas relacionados à defesa nacional. Como senadora, Manuela defenderá o cessar-fogo nos conflitos em curso e uma diplomacia brasileira comprometida com a paz.
A extrema direita transformou a desinformação, o discurso de ódio e a violência política em método. Defender a democracia exige proteger a liberdade de expressão, mas também responsabilizar quem financia ameaças, campanhas clandestinas, redes coordenadas de mentira e ataques contra mulheres, jornalistas, professores, servidores e instituições democráticas. Liberdade de expressão não pode ser confundida com liberdade para perseguir, ameaçar ou organizar um golpe de Estado.
Muitos jovens gaúchos acreditam que precisam deixar o estado para estudar, trabalhar e construir uma vida. Precisamos devolver a eles o direito de imaginar o futuro no Rio Grande do Sul. Isso exige universidades e institutos federais fortes, formação tecnológica, primeiro emprego, moradia acessível, acesso à cultura e uma política de desenvolvimento sustentável capaz de criar empregos qualificados em todas as regiões.
Proteger o futuro da juventude também significa protegê-la no ambiente digital. O ECA Digital foi o primeiro passo; Manuela vai propor o próximo, uma lei que responsabilize as plataformas pelos algoritmos e mecanismos criados para estimular o uso compulsivo de telas por crianças e adolescentes. A lei deverá impor às empresas um dever de cuidado permanente, com ferramentas efetivas de supervisão parental e de controle do tempo de uso. Deverá também vedar o design manipulativo (rolagem infinita, reprodução automática, notificações invasivas, caixas de recompensa) e proibir que sistemas de recomendação empurrem para adolescentes conteúdos que incentivem apostas, violência, automutilação ou desafios perigosos. A atenção e a saúde de nossas crianças não podem continuar sendo transformadas em mercadoria.
As enchentes, secas e ondas de calor mostraram que a pergunta já não é se novos eventos extremos acontecerão, mas se estaremos preparados. O Senado precisa transformar a adaptação climática em uma política permanente de Estado. Manuela defenderá a criação de fontes estáveis de financiamento federal para prevenção, Defesa Civil, sistemas de alerta, drenagem, proteção de encostas, diques, contenção de cheias, habitação segura e reconstrução da infraestrutura gaúcha.
Ela também trabalhará para que todo grande investimento público considere os riscos climáticos e utilize o conhecimento das universidades e dos institutos de pesquisa. Fiscalizará a aplicação dos recursos federais e defenderá condições especiais de financiamento para estados e municípios atingidos, além de regras de alívio fiscal em grandes desastres. Reconstruir não pode significar levantar novamente aquilo que a próxima enchente derrubará. Quem aprova o orçamento e produz a legislação não pode se guiar pelo negacionismo, e sim pela ciência.
O Rio Grande do Sul precisa de senadores que trabalhem junto ao presidente Lula, e não de representantes que sabotem o governo federal e prejudiquem o próprio estado. A reeleição de Lula será fundamental para proteger a democracia, recuperar a economia do nosso estado e aprofundar as políticas de reconstrução e desenvolvimento.
Somos parte de um time. A caminhada de Manuela está profundamente conectada à eleição de Juliana Brizola e Edegar Pretto. Nesta eleição, o Rio Grande vai escolher dois senadores. Manuela caminha ao lado de Paulo Pimenta para construir uma vitória completa, fortalecendo a democracia e o compromisso do Senado com o povo trabalhador.
Como senadora, ela atuará para construir uma relação permanente entre o governo federal, o governo estadual, os municípios e a bancada gaúcha. Organizará uma agenda comum para garantir recursos e acelerar projetos de infraestrutura, saúde, educação, segurança, reconstrução climática e geração de empregos.
Manuela já representou diversas vezes o sonho das pessoas comuns nas urnas. Precisamos transformar o apoio a Manuela em uma grande rede de participação, solidariedade e defesa da democracia.
Queremos eleger uma senadora, mas também construir uma força coletiva capaz de disputar o futuro e transformar esperança em direitos.
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